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jan 20 2

Nessas férias eu ainda não pude viajar, ou seja, assisti a muitos filmes e comecei a acompanhar novos seriados! Vou avaliar neste os últimos sete filmes que eu assisti ultimamente.

Post grande, eu sei, mas pode ser útil pra quer quiser assistir alguns deles…

Zodiac
Zodíaco
Ano: 2007
Duração: 158 min.
Direção: David Fincher
Atores principais: Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo, Robert Downey Jr..
Rating: ★★☆☆☆

Há três filmes sobre o assassino Zodiac, dois foram feitos em 2005 e este é o de 2007. Quando resolvi assistir esse filme não sabia que era história real. Isso pode ter afetado o modo de ver durante o filme e de encarar o final, ou seja, decepcionante. Porém, pra resumir o que achei deste filme vou encará-lo como um filme baseado em história verídica, analisando o quanto o filme é atrativo.
Aí que tá: não é atrativo. São 2 horas e 40 minutos de pura enrolação e tédio. Esta versão quis mostrar o lado das famílias e dos policiais, que ficaram frustrados durante todo o filme e foram desistindo do caso, enquanto outros ainda se esforçaram para resolver até há pouco tempo – a história acontece nos anos 60. Várias coisas ficam no ar, talvez pelo caso ser assim mesmo. Então porque enrolar 158 minutos pra isso? Se fosse um filme de uma hora e meia, ou pouco mais, eu não acharia tão ruim; só um pouco.

Gamer
Gamer
Ano: 2009
Duração: 95 min.
Direção: Mark Neveldine / Brian Taylor
Atores principais: Gerard Butler, Michael C. Hall, Amber Valletta.
Rating: ★★★★☆

Gerard Butler interpreta Kabler, um condenado a morte por assassinato, que se torna um personagem real de um videogame do futuro: comandado por pessoas normais, jogadoras, que controlam as ações dos prisioneiros/personagens. Kabler é famoso e aclamado pelos jogadores do jogo de tiros, com mortes reais dos prisioneiros durante os jogos. O jogo é tipo o famoso Counter Strike, só que sem equipe, é cada um por si – ou pelo jogador. Kabler quer sair dali e reecontrar com sua mulher e filha, além de tentar entender porque cometeu o crime. Até que ele consegue se comunicar com o seu jogador através da ajuda de um grupo de resistência à essa nova tecnologia, para quebrar o sistema de jogos com pessoas reais liderado por Ken Castle (Michael C. Hall, do seriado “Dexter”).
A história tem originalidade e muita ação, tramas e dramas. Só perde uma estrela porque algumas coisas foram deixadas pra trás no fim; inexplicadas ou sem resolução. No geral, um ótimo filme!

Surrogates
Substitutos
Ano: 2009
Duração: 88 min.
Direção: Jonathan Mostow
Atores principais: Bruce Willis, Radha Mitchell.
Rating: ★★★½☆

Segue a linha de Gamer, porque acontece no futuro com o mundo (ou melhor, os EUA) modificado pela tecnologia, que em ambos os casos é usada pelos humanos para controlar a vida. A diferença, analisando desta forma, é que em Surrogates os humanos controlam seus próprios robôs. Vou explicar…
Quase todo norte-americano, nesta história, tem um robô que é idêntico ao humano – embora quase sempre não seja parecido pelo proprietário. Ou seja, cada um tem a aparência que quer ter através de seu robô. Esses robôs são controlados pelos humanos que ficam em suas residências, por isso é um mundo que teoricamente é seguro às vidas das pessoas. Até que um grupo de resistência, aparentemente, descobre uma arma que afeta os robôs e, com isso, mata também seus proprietários – que estão no controle longe do local. Aí que entra Bruce Willis, que aparece bem mais novo e com bastante cabelo (aliás, o robô mais parecido com o humano no controle), interpretando o agente Greer, que se envolve neste caso e, devido à nova arma, tem que resolver o caso “pessoalmente”. Então surge o Bruce Willis não modificado pela computação gráfica. O agente Greer também é mais adepto da convivência através dos próprios humanos, e não apenas por robôs, como acontece na história.
O filme desenrola a história bem, com alguns dramas e claro, ação. Porém, perde um pouco na minha avaliação porque no fim o principal feito de Greer pode ser desfeito – quem assistir, ou assistiu, entenderá. É um “tudo vai ficar bem” meio falso, na minha opinião.

The Hangover
Se Beber, Não Case
Ano: 2009
Duração: 99 min.
Direção: Todd Phillips
Atores principais: Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis.
Rating: ★★★★☆

A comédia mais bem comentada do ano de 2009, Hangover mostra quatro amigos na despedida de solteiro de um deles, em Las Vegas, e logo após o dia seguinte: a ressaca.
Entre tigre, bebê, galinha, carro policial, entre outras coisas, eles acordam acabados e percebem que o noivo desapareceu. Na busca pelo amigo, o trio da capa do filme tem que se lembrar de tudo o que aconteceu na noite anterior para, enfim, achar o quarto bebum – que tem casamento marcado para o próximo dia.
A história tem a sua originalidade, afinal, não é uma comédia com uma história comum neste gênero de filme. É engraçado, sim, mas eu esperava mais depois de tantos elogios que eu li sobre a comédia. Perde um pouco da nota porque poderia ser mais engraçado, ao meu ver, mas ainda é uma comédia que vale a pena assistir.

Couples Retreat
Encontro de Casais
Ano: 2009
Duração: 113 min.
Direção: Peter Billingsley
Atores principais: Vince Vaughn, Jason Bateman, Jon Favreau, Kristin Davis, etc.
Rating: ★★★★½

O Couples Retreat ficou apagado após estrear depois de Hangover, mas achei mais engraçado. Com coisas absurdas entre casais, que não é impossível de existir, quatro casais amigos vão à uma ilha paradisíaca que oferece muita diversão, após um dos casais convencerem o restante do grupo porque estão em crise no casamento e por querer os amigos por perto. O que o casal esquece de frisar aos amigos, entretanto, é que a ilha serve como terapia de casais, com terapeuta marcado às 6 horas da manhã todos os dias. A ilha também conta com parte onde só há solteiros, mais divertida, porém proibida a eles. Nessa história, quem não pensava que tinha crise no casamento acaba por ter consciência dela.
Achei todos os personagens divertidos e o desenrolar da história bem legal. A maioria das cenas são engraçadas e ri mais do que em Hangover. Apesar de ser uma comédia quase romântica divertida, ainda não é cinco estrelas porque senti que os personagens, ao final do filme, não se comportaram como desde o ínicio. Desta forma, pareceu que a história tinha que acabar logo e ter o final esperado pelo público.
Aliás, um ponto particularmente positivo (que não interferiu nesta minha avaliação), é que a Kristin Davis (Charlotte de Sex and the City) atua no filme. Senti falta dela! :)

Avatar
Avatar
Ano: 2009
Duração: 166 min.
Direção: James Cameron
Atores principais: Sam Worthington, Sigourney Weaver, Zoe Saldana.
Rating: ★★★★★

Fiquei apaixonada por este filme, então esta resenha será só alegria. James Cameron mostra quem é que sabe fazer um excelente trabalho e quando deve colocar em prática seu talento, já que também dirigiu o filme Titanic (1997) – o primeiro colocado da maior bilheteria do cinema, sendo acompanhado agora por Avatar, que ficou em segundo lugar. Além disso, Avatar já começa a reunir premiações, pois ganhou este ano o Globo de Ouro nas categorias de melhor filme dramático e de melhor direção do ano de 2009. Tudo isso já diz que o filme é, não só pra mim, cinco estrelas. Vamos à história…
A história que envolve ficção, ação e drama, é sobre a lua Pandora; terra da raça Na’vi, seres que aparentemente são rebeldes e violentos. Por este motivo, entra em ação um programa militar norte-americano que procura tomar o lugar e lutar contra os nativos de Pandora. Para isso, chamam o veterano paraplégico Jake Sully para se infiltrar no Programa Avatar – liderado por cientistas pacíficos aos nativos -, para colher informações úteis ao exército americano. Jake tem o seu avatar, uma adapatação personalizada de um ser Na’vi pelos cientistas – que foi feito ao seu irmão gêmeo, também militar, que participaria desta missão. Ele controla seu avatar através de máquinas (à distância) para estar infiltrado em Pandora junto aos Na’vi. Durante suas aventuras ele descobre um mundo totalmente diferente com uma vida bem diferente da que os humanos pensam. Aliás, ele conhece vários hábitos dali porque foi simpatizado pela nativa Neytiri. Nessa ele tem que escolher em qual lado vai lutar.
O filme foi feito com uma computação gráfica impressionante e, eu diria, revolucionária no cinema. Foi exibido em 3D em todo o mundo e é a melhor forma de assistir a este filme, porque é um espetáculo! É um filme longo, mas a história é encantadora e original, por isso teve minha total atenção do início ao fim. São quase três horas que quase me convenceram que tudo aquilo era real.
Agora é esperar pela sequência da história, já confirmada e premeditada pelo diretor.

Zombieland
Zumbilândia
Ano: 2010
Duração: 87 min.
Direção: Ruben Fleischer
Atores principais: Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Emma Stone, Abigail Breslin.
Rating: ★★★☆☆

A expectativa em torno deste filme foi grande por parte de alguns sites brasileiros sobre o cinema, mas pra mim foi em vão. A história de Zombieland se resume no seguinte: o mundo foi infectado por um vírus que transformou quase todos os humanos (eu acho, porque não mostrou nenhum animal) em zumbis, por isso alguns sobreviventes têm que lutar contra esses mortos vivos e seguir algumas regras de sobrevivência. Só que mostra apenas quatro sobreviventes, o jovem e nerd Columbus, que encontra um cara valentão, e depois duas irmãs rebeldes. No meio de várias trapaças, o que eles têm que fazer, basicamente, é acertar os zumbis “duas vezes” e correr. E claro, achar bolinhos de um certo fabricante ao valentão Tallahassee (Woody Harrelson), obcecado por esta busca. No geral, os personagens dão a entender que o mundo tá acabando com os zumbis, perderam seus entes queridos, mas e daí? Estão se divertindo, matando zumbis e badernando pelo mundo. Ou seja, são totalmente sem noção.
O filme pode ser definido como uma cómedia com toques de terror, por causa dos zumbis; um tanto escrachada, por sinal. Houve alguns momentos engraçados, principalmente quando em algumas cenas aparecem as frases das regras de sobrevivência – tanto em momentos que as regras são quebradas, quanto quando são seguidas. Por estes momentos cômicos ele ainda leva pouquinho mais que 3 estrelas e, apesar dos contras, ainda pode valer ser assistido por ter um sentido original, apesar de ser clichê.



Após assistir a mais filmes eu conto um pouco sobre eles aqui novamente. Também farei um post falando sobre alguns seriados legais. Logo logo!





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dez 31 3

Sei que é clichê um post retrospectiva no fim do ano, mas convenhamos que ultimamente mal falei da minha vida por aqui. Foi proposital, mas analisando os fatos deste ano, percebo que é legal eu fazer este post para, quem sabe, uma boa alma ser a minha salvação e pra quando eu ler daqui um tempo, ver como tudo melhorou (visão positiva!).

O ano de 2009 pra mim foi revelador em vários aspectos e deveras decepcionante em relação à minha profissão – oficialmente. Por isso o ano quase que se resumiu a isso e esta retrospectiva pode ser rotulada como retrospectiva de uma recém-formada em jornalismo em 2009.

Janeiro

Terminada a faculdade de Jornalismo, ainda no oba oba de ter tirado nota máxima e ficado em 2º lugar de um prêmio de Jornalismo, com o trabalho de conclusão de curso, ainda correndo com os preparativos da formatura.

Fevereiro

Mês da formatura e correria aumenta pra tudo ficar em ordem. Chegado o dia, passa voando e quando vi, já foi. Durante a festa, alguns estresses que não passaram tão rápido assim. Pelo menos o álbum de formatura ficou bonito!

Março

Continuo enviando meu currículo para todo lugar que aparece.

Abril

Vou atrás de tirar meu registro profissional de jornalista, o MTB. A atendente do Ministério do Trabalho (daqui do interior de SP) diz que chegaria em três meses, no máximo. Preciso deste registro pra assinar textos meus.

Faço também um cursinho de Assessoria de Imprensa, pra não ficar parada.

Maio

Conheço um pessoal do Twitter no NobAm (Americana-SP) e fico ainda mais ativa no Twitter. Lá, conheço amigos novos, além de outras pessoas bacanas, e uma oportunidade de emprego na minha área.

Junho

Três meses e nada do meu registro profissional. Ok. O STF derruba a obrigatoriedade do diploma para jornalistas e eu não imaginava o quanto isso prejudicaria o resto do ano na questão profissional…

Julho

Descubro que meu MTB não chegou devido a uma burrada da atendente do Ministério, que cadastrou meu pedido de registro para a profissão “Técnico de Segurança do Trabalho” (?!). Pois é, também não entendi nada. Lá vou eu pedir novamente o meu registro; o certo desta vez.

Começo a trabalhar, em período de experiência, como assessora de imprensa numa agência de comunicação e jornalista para uma revista de beleza, dentro da mesma empresa. Faço também um curso a distância de Jornalismo de Moda.

Agosto e Setembro

Gosto do trabalho, paro de enviar currículos e tenho esperanças de ficar na empresa. Ao fim do setembro também chega o fim do período de experiência e fui me informar como eu ficaria na empresa: não ficaria; embora tenham “adorado” meu trabalho por lá. Fico novamente desempregada e envio desesperada mais currículos.

Outubro

Recomeço a escrever a revista sobre cosméticos e beleza, desta vez de modo freelance, mas ainda agoniada com a falta de oportunidade fixa. Faço mais contatos, mas nada adianta.

Fico sabendo que meu registro profissional chegou, mas o Ministério do Trabalho quer que eu assine novamente mais papeladas para eu confirmar (de novo?!) que quero o registro de jornalista, para então esperar mais meses. A atendente também me informa que os registros para jornalistas estavam parados porque “a lei que tira a obrigatoriedade do diploma causou uma grande quantidade de pedidos, o que fez o MT desacelerar este processo” (hein?). Saio de lá rezando por eles.

Neste mês, também sinto uma vontade maior de ter um blog sobre maquiagem e beleza em geral, mas sem dinheiro um projeto assim não vingaria tão bem. Entro na equipe do Chat Feminino para escrever os meus tão esperados posts de mulherzisse.

Algo também me motiva neste mês: passei em todos processos online do programa de trainee Próximos Líderes, da Natura. Pois é, nos meses anteriores também fiquei correndo atrás disso e pelo jeito a Natura gostou do meu modo de pensar. Afinal, fiquei entre as 800 pessoas selecionadas para a dinâmica em grupo presencial em São Paulo, de 13 mil pessoas do Brasil inteiro.

Começo a estudar espanhol, além de continuar no curso de inglês – que agora entrou ao avançado.

Novembro

Continuo no CF – inclusive montando o layout roxo, novo, da campanha da Havaianas. Também faço um logotipo para uma pizzaria, do tio do namorado, e um projeto de site para um primo engenheiro. Nessas horas meu lado designer aflora…

Meu trabalho da dinâmica em grupo do Próximos Líderes foi o destaque na sala da dinâmica em grupo, mas não fui selecionada para a outra fase presencial devido ao meu jeito meigo de falar com as pessoas; palavras da pessoa que estava selecionando.

Dezembro

Continuo enviando currículos e fazendo contatos… Opa! Final de ano já chegou? Não estou em março ainda? Pois é. Acabou e o saldo foi aprendizado, ou melhor, constatações. Constatei que…

- Ser recém-formada em jornalismo e não ter inglês fluente, prejudica muito quem está na procura por uma oportunidade;
- As pessoas que você ajudou durante a faculdade não irão lembrar de você, na maioria das vezes, após formadas;
- Posso ser qualificada e dedicada, mas quem vai entrar numa oportunidade é, quase sempre, quem tem contatos;
- A família nem sempre pode ser a base de tudo, porque muita gente dela pode te decepcionar e não apoiar;
- Posso me apoiar em pessoas que escolhi para ser parte de minha família;
- Amigos vem e vão, já quanto aos verdadeiros amigos, ainda estou à procura;
- Ter alguém especial ao lado é importante para eu não desabar;
- Não posso me cegar e confiar totalmente em alguém, nunca;
- O peso nas minhas costas é responsabilidade minha, não devo deixar que isso caia sobre as pessoas ao meu redor;
- Quando as lágrimas secam, o jeito é colocar um sorriso no rosto e não desistir tão fácil – isso atraiu muita gente confiável em minha convivência;
- Sou tão forte quanto eu esperava e mais inteligente que muita gente pensa;
- Dinheiro traz felicidade, sim;
- Não consigo escrever as coisas de forma engraçada quando se trata da minha vida;
- Consigo ser mais divertida e mostrar quem eu sou no Twitter, ao invés do blog.

Com tudo isso, amadureci e até posso dizer que tenho mais amizade com pessoas mais velhas. Não contei aqui sobre toda a minha vida, mas parte dela – aprendi coisas que muita gente de 23 anos nunca nem imaginou aprender. Sei que tenho muito ainda pela frente e tenho esperança pro ano de 2010; não por ser um novo ano, mas por estar com os pés no chão desta vez. Tenho pensamento positivo, sempre – pra quem duvida -, mas não quero deixar de ser analítica.

Para quem teve um ótimo 2009, que 2010 seja ainda melhor. Para quem teve um ano difícil e de aprendizados, como eu, que 2010 seja recompensador.

Pode chegar, 2010!





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dez 01 13

Stefani Joanne Angelina Germanotta (Nova Iorque, 28 de março de 1986), mais conhecida pelo seu nome artístico Lady Gaga, é uma cantora de dance-pop e eletrônica dos Estados Unidos. Depois de ter sido contratada e logo despedida da Def Jam Records aos 19 anos de idade, começou a se apresentar no cenário musical de rock no sudeste da cidade de Nova Iorque. Durante este período, trabalhava para a gravadora Interscope Records como compositora para artistas conhecidos, incluindo Akon, que, depois de ouvir Gaga cantar, convenceu o presidente da Interscope Jimmy Iovine a contratá-la para um acordo musical entre a gravadora e a de Akon Kon Live. Seu álbum de estreia The Fame foi lançado em agosto de 2008 contando com um grande êxito comercial e crítico.

Fonte: Wikipedia

Não lembro exatamente aonde eu ouvi Lady Gaga pela primeira vez, mas lembro que foi a música Poker Face – do primeiro álbum dela com o nome artístico atual – e que logo de cara adorei! Não sabia como ela era até conhecer a terceira música que eu ouviria, e surgiu a curiosidade: quem é essa mulher?

E me deparo com imagens dela vestindo coisas excêntricas e escondida por trás de maquiagem (vide imagens da montagem acima, retirada de uma entrevista que está mais abaixo neste post). Obviamente já pensei, como a maioria, que a mulher é maluca ou sofre algum distúrbio que a faz querer aparecer a todo custo, mesmo se estiver horrível. Ok, ainda penso assim de certa forma, mas menos. Explico…

Ela é talentosíssima e sabe fazer show como muitos músicos não sabem hoje em dia. Talvez ela leve esta “personagem” também para fora dos palcos para não sair muito do que as pessoas vêem no palco – afinal, ela está (e tem que estar) numa realidade diferente das pessoas “comuns”, onde tudo é show, tudo é comentado e tudo é visto. Se ela resolveu que a imagem dela seria melhor dessa forma, com tudo muito excêntrico, acho mais do que válido. Convenhamos que funcionou, não? Atualmente ela é uma das cantoras mais comentadas e mais adoradas.

Surgiu a curiosidade, também, de saber se ela era assim antes da fama. Descobri que ela já estava inserida no meio musical, já se vestia sensual em suas apresentações, ainda como Stefani -, mas aparentava um estilo comum. Ou seja, ela é/era uma menina como qualquer outra. Por quê não dizer que o estilo atual a fez disparar e aparecer de fato?

Uma coisa que me chocou, que fiquei sabendo esta semana, é que ela tem apenas 23 anos – a minha idade! E, apesar desse novo estilo dela a envelhecer absurdamente na minha opinião, também acabo invejando o corpo dessa menina… pode-se reparar isso nos clipes da moça.

Levando toda essa “reflexão” a um desfecho, penso: o que importa mesmo é a música que ela faz e isso ela faz muito bem! Então, gosto sim da Lady Gaga e espero, esperançosamente, que ela não mude seu jeito de cantar e o estilo de suas músicas, como fez muitas cantoras que eu já gostei.

Dear crazy bitch Lady Gaga: don’t change your music!

Nova música

Há músicas dela que adoro e tem outras que ouvi e gostei, mas não são tão legais as mais conhecidas. Como no Youtube os clipes dela são controlados por direitos autoriais, não tenho como colocar no post.

O outro vídeo é a apresentação dela no American Music Awards (AMA), realizado em novembro, que simplesmente foi ótima! Ela emenda com outra música, nova também, chamada “Speechless” – indo contra o ritmo agitado da maioria das músicas dela.

Entrevista (em inglês)

A senhorita Gaga foi estrevistada no The Ellen Degeneres Show, no fim de novembro, e falou sobre seu estilo e revelou ser até meiga no jeito de falar.

E você? Gosta ou não?