Revista da Barbie

Numa das minhas fuçadas no Mercado Livre vi várias coleções de gibis, brinquedos antigos e tal… Foi quando lembrei de algo que eu colecionava: Revista da Barbie!

Não se se alguém que ler aqui vai se lembrar ou se também colecionava, mas era uma “revista” dedicada às (ou aos) fãs da Barbie de uns 13 anos pra baixo. A primeira edição foi mais ou menos de 1997 (ou seja, eu tinha uns 11 anos) e desde a primeira eu comprava. Não continuei comprando até o fim da revista (sim, infelizmente acabou), porque já estava ficando ‘velhinha’ pra isso, mas já dava pra fazer pilha delas!

Tem vários ex-colecionadores que estão vendendo elas no Mercado Livre… Cada uma pode ser vendida, pelo que vi, por até R$ 10 reais. Mas lembrei que eu, na minha doidice de às vezes pegar coisas velhas e jogar fora, joguei muitas delas… Tipo, a maioria. Fiquei muito, digamos, feliz comigo mesma.

Eu adorava a revista, e mesmo se tivesse todas que eu comprei não sei se venderia. “Vendo no Mercado Livre, ou guardo pra minha filha - se eu tiver?”. Sabe coisa de vó/mãe? Às vezes também penso desse jeito. Além do mais, muitas delas estão sem os pôsters porque eu tirava, com quebra-cabeças feitos, etc… Era criança, não iria pensar “um dia posso ganhar dinheiro com essa coleção… hihi!”.
Enfim, quem não tem uma coleção “histórica” assim? )

Já como [quase] jornalista eu penso: adoraria trabalhar em revista destinada ao público infantil ou pra adolescentes. Sonho!

MeAdiciona

Aderi à nova moda e fiz um MeAdiciona pra mim e pra quem quiser me ver por aí na internet. Com ele conheci vários outros meios… Mas os mais interessantes falo em outro post.

Besteira da década

Claro que há outras besteiras da década, mas agora tomo um foco recente: a “reforma ortográfica”.

“Inconsequente”

Quando penso em reforma penso que algo se transforma para melhor. Até agora não consegui enxergar isso nessa mudança. Veja no intertítulo deste post, que palavra mais estranha! (Veja aqui o que mudou na ortografia brasileira)

Com base nessa “reforma”, construí uma frase pra ver como são estranhas as mudanças que não gostei: “Para tudo, eles deveriam ver as consequencias dessa reforma no aprendizado das crianças brasileiras, nos livros, nas pessoas que já aprenderam assim… Estava tudo tão tranquilo. Será que tiveram ideia? Sim, sou ‘antirreforma’ ortográfica”.

Aliás, estou de luto pelo trema. Desde criança adorava ele e pensava: “Que ’simbolinho’ legal, ele muda o modo da gente falar!”. Sabe porque? Porque facilitava no aprendizado, tanto na fala quanto na escrita. Adeus, meu amigo ¨… (veja os olhinhos dele, que tristes)

Estou de luto também pelo “pára”, que eu tanto adorava. Lembro-me do meu professor contando piadas para nos ensinar a diferença entre a palavra com e sem acento.
“Se um menino avançar em vocês, meninas, e quiserem que ele pare… Digam ‘pára’ com acento! Porque o ‘para’ sem acento dá sentido de continuidade. Logo, ele vai continuar! A não ser que vocês queiram…”. D

No entanto, adorei e demorou para serem inseridas as letras K, W e Y no alfabeto. Foi a única coisa que apoiei.

Agora, tornar parecido o português de oito países, assim como o do Brasil e de Portugal, até pode parecer legal pela interação maior da língua em tais países… Mas convenhamos que tira qualquer singularidade que havia antes por causa de tais diferenças.

Sei lá, posso parecer antiquada, mas até gostaria que me dissessem quais pontos positivos há no que não gostei. E nunca fui de criticar o Lula, mas até ouso a dizer que pra ele isso tudo não faz diferença, afinal, ele estudou para saber?

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