Besteira da década

Claro que há outras besteiras da década, mas agora tomo um foco recente: a “reforma ortográfica”.

“Inconsequente”

Quando penso em reforma penso que algo se transforma para melhor. Até agora não consegui enxergar isso nessa mudança. Veja no intertítulo deste post, que palavra mais estranha! (Veja aqui o que mudou na ortografia brasileira)

Com base nessa “reforma”, construí uma frase pra ver como são estranhas as mudanças que não gostei: “Para tudo, eles deveriam ver as consequencias dessa reforma no aprendizado das crianças brasileiras, nos livros, nas pessoas que já aprenderam assim… Estava tudo tão tranquilo. Será que tiveram ideia? Sim, sou ‘antirreforma’ ortográfica”.

Aliás, estou de luto pelo trema. Desde criança adorava ele e pensava: “Que ’simbolinho’ legal, ele muda o modo da gente falar!”. Sabe porque? Porque facilitava no aprendizado, tanto na fala quanto na escrita. Adeus, meu amigo ¨… (veja os olhinhos dele, que tristes)

Estou de luto também pelo “pára”, que eu tanto adorava. Lembro-me do meu professor contando piadas para nos ensinar a diferença entre a palavra com e sem acento.
“Se um menino avançar em vocês, meninas, e quiserem que ele pare… Digam ‘pára’ com acento! Porque o ‘para’ sem acento dá sentido de continuidade. Logo, ele vai continuar! A não ser que vocês queiram…”. D

No entanto, adorei e demorou para serem inseridas as letras K, W e Y no alfabeto. Foi a única coisa que apoiei.

Agora, tornar parecido o português de oito países, assim como o do Brasil e de Portugal, até pode parecer legal pela interação maior da língua em tais países… Mas convenhamos que tira qualquer singularidade que havia antes por causa de tais diferenças.

Sei lá, posso parecer antiquada, mas até gostaria que me dissessem quais pontos positivos há no que não gostei. E nunca fui de criticar o Lula, mas até ouso a dizer que pra ele isso tudo não faz diferença, afinal, ele estudou para saber?

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